Pitbull "morde" fralda de bebê e arrasta para salvá-la de incêndio; Vídeo

Ter um cão ou uma cadela é ter direito a amor infinito! É chegar em casa e receber lambidas e festinha. É ter uma companhia constante e uma motivação para passeios na rua. Um cachorro traz vida para a casa de uma família! 

Um cão é um amor para a vida. Eles podem não durar vivos eternamente, mas o amor e a presença deles resistem para sempre. Há algumas coisas na vida que não têm preço: uma delas é o amor que sinto pela minha cadela. Ela foi a melhor coisa que apareceu na minha vida. 

A família de Latana Chai ganhou na mesma semana duas novas integrantes familiares: a pit bull Sasha, adotada em um abrigo de cães com algumas semanas de vida e, após alguns dias, Masailah, que nascera dias depois.

Elas se tornaram inseparáveis, como duas irmãs. Sasha dormia no mesmo quarto que a menininha, a acompanhava em seus banhos e a protegia quando ela saía na rua.

O forte laço entre as duas foi testado bruscamente após um grande susto em junho de 2018. Era um domingo de verão, e a família curtia as férias em casa. Latana, mãe de Masailah relata que notou que Sasha estava bastante inquieta e se comportando estranhamente.

Latana estava estendendo as roupas no varal quando Sasha começou a latir desesperadamente querendo entrar na casa.

“Assim que eu abri a porta, ela subiu disparada para o andar de cima. Foi quando eu vi que estava pegando fogo na casa do vizinho e o incêndio estava se alastrando para a minha casa!”, relatou a mãe em entrevista ao canal norte-americano ABC.

A mulher correu para o quarto da filha para resgatá-la. Ao chegar lá, se deparou com a pitbull puxando Masailah pela fralda na intenção de tirá-la do berço o mais rapidamente possível.

“Eu me deparei com a Sasha puxando a Masailah pela fralda, tentando levá-la para um lugar seguro”, contou a mãe.

Com a bebê num braço e a cachorra no outro, Latana saiu de casa e convocou os bombeiros. Ninguém se feriu.

Para a mãe de Masailah, Sasha é uma verdadeira heroína, já que o fato dela ter latido - alertando sobre o incêndio, - e corrido para resgatar a bebê foi fundamental para elas serem retiradas da casa rapidamente.

“Ela sempre foi considerada parte da família, mas agora ficou ainda mais!”, concluiu a mãe.

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